O objeto interativo sobre o qual fiz a crítica foi o do Artur. Na minha opinião, a ideia de interagir com o objeto gerando efeito em outra pessoa que também está brincando é muito bacana. Gostei também da proposta de brincar com a reflexão da luz nos espelhos.
Portanto, a ideia é muito boa mas na prática o objeto acabou adquirindo uma interação reativa, já que o potenciômetro regula apenas um LED e a interação com este se dará sempre da mesma maneira, que é aumentando ou diminuindo a luz do LED. A interface permanece entre o finalístico e o causalístico, constituindo uma relação de "vou fazer isso para que tal coisa aconteça", que seria, por exemplo, vou girar o potenciômetro porque quero mais reflexão da luz no espelho.
O que acho que precisaria ser melhorado no objeto é tentar sair dessa interface causalística e abrir mais possibilidades de interação entre as pessoas e dessas com o objeto, aproximando-se também de uma interação mais dialética.
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